https://rle.ucpel.edu.br/rsd/issue/feed Sociedade em Debate 2025-04-02T10:21:47-03:00 Vera Maria Ribeiro Nogueira revistasociedadeemdebate@ucpel.edu.br Open Journal Systems <p>A Sociedade em Debate possui conceito Qualis A2. Se constitui em um espaço plural, divulgando, difundindo e debatendo as produções científicas relacionadas às Políticas Sociais, ao Serviço Social e aos Direitos Humanos. Nomeadamente pretende influenciar uma nova cultura acadêmica na região, colocando em debate, como o seu próprio nome indica, a sociedade brasileira em suas vertentes sociais e econômicas, nas suas interfaces com outras culturas e etnias. Pretende, ainda, marcar sua produção como uma perspectiva crítica e atenta aos desdobramentos pelos quais vem passando a sociedade brasileira. Tem uma centralidade temática não exclusiva, abordando unicamente pesquisas e estudos relacionados à realidade social e objeto de preocupação do Programa de Pós Graduação em Política Social e Direitos Humanos. Matem uma regularidade quadrimestral e os artigos submetidos passam por uma avaliação duplo-cego. Os conteúdos da revista devem obedecer aos princípios e diretrizes contidos em documentos que versem sobre as boas práticas de publicação e devem ser obedecidos pelos Autores, Comissão Editorial e Pareceristas.</p> https://rle.ucpel.edu.br/rsd/article/view/3785 Impacto da Pandemia de COVID-19 no Curso Afecções Neurológicas na Atenção Básica 2025-04-01T19:34:48-03:00 Felipe César Soares felipe.soares@aluno.ufop.edu.br Thais Nara Costa Ferreira thais.nara@aluno.ufop.edu.br Victória Flor Bretas victoria.bretas@aluno.ufop.edu.br Leonardo Cançado Monteiro Savassi savassi@ufop.edu.br <p>“Atenção aos Problemas Neurológicos frequentes na Atenção Básica” foi um curso online autoinstrucional ofertado pela UNASUS UFOP de 2020 a 2023, coincidindo com a pandemia de COVID-19. Objetivo: caracterizar o perfil de matrículas e conclusões dos ingressantes às fases da pandemia de acordo com idade, sexo, localidade e profissão. Metodologia: Trata-se de um estudo analítico, transversal e quantitativo dos ingressantes no curso. Resultados: Houve concentração nas faixas etárias mais jovens (20-29 anos, 52,74%, 30-39 anos, 25,55%), predominaram mulheres (81,89%), estudantes (49,13%), da região sudeste (35,24%);&nbsp; As fases da pandemia afetaram a procura pelo curso e taxa de conclusão, com tendências impactadas pela faixa-etária, profissão e região do país. Cursistas do Norte e Nordeste parecem ter sido mais afetados por questões regionais de abordagem da pandemia. Conclusão: Matrículas e conclusões variaram com as fases da pandemia e especificidades regionais. Como estudo transversal, estudos complementares são necessários.</p> 2025-04-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Felipe César Soares, Thais Nara Costa Ferreira, Victória Flor Bretas, Leonardo Cançado Monteiro Savassi https://rle.ucpel.edu.br/rsd/article/view/3648 Elaboração de recursos educacionais acessíveis: conhecimentos e práticas de profissionais da EAD 2024-08-20T08:40:22-03:00 Kaynara Beatriz Monteiro Lima kaynara.lima@discente.ufma.br Elza Bernardes Monier bernardes.elza@gmail.com Ana Emilia Figueiredo de Oliveira ana.figueiredo@ufma.br Paola Trindade Garcia paola.garcia@ufma.br <p>Este estudo investigou os conhecimentos e práticas de 21 elaboradores de recursos educacionais digitais (REDs), da Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde da Universidade Federal do Maranhão, para pessoas com deficiência auditiva/surdez. Utilizou-se questionário on-line para a coleta de dados sociodemográficos e informações sobre o conhecimento e aplicação de critérios de acessibilidade. A maioria dos profissionais conhecia os critérios gerais de acessibilidade para produção de REDs, mas não as diretrizes específicas para esses recursos. Eles sabiam que a falta de uma janela para tradução em Libras compromete a compreensão e que, em vídeos, o quadro de tradução deve estar no canto inferior direito da tela. Também reconheciam que a ausência de legendas em vídeos dificulta a compreensão. A maioria não utilizava validadores automáticos. Os resultados evidenciam um amplo conhecimento dos critérios de acessibilidade, comprometimento com práticas de acessibilidade e inclusão, e a necessidade de capacitação permanente na área.</p> 2025-04-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Kaynara Beatriz Monteiro Lima, Elza Bernardes Monier, Ana Emilia Figueiredo de Oliveira, Paola Trindade Garcia https://rle.ucpel.edu.br/rsd/article/view/3619 Cartografia social como estratégia educativa para integralidade do cuidado em saúde indígena 2024-08-19T20:00:01-03:00 Maurici Tadeu Ferreira Santos mauricitadeu@gmail.com Vanessa Moreira Haquim vanessa.haquim@unifesp.br Pâmela Roberta de Oliveira pamela.oliveira@ufmt.br Ana Elisa Rodrigues Alves Ribeiro ana.elisa.alves@usp.br Aécio Menezes Nogueira aecio_menezes@hotmail.com <p>O presente artigo sistematizou experiências cartográficas, enquanto metodologia ativa na educação em saúde, visando qualificar a integralidade do cuidado, tomando-se como referência as atividades do curso de especialização em saúde indígena da Universidade Federal de São Paulo em parceria com a Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde, na modalidade à distância. A metodologia integrou dois eixos: o primeiro, mais estrutural, representado pelo modelo de uma cartografia social, organizado para analisar aspectos de um dado território, e o segundo, mais conjuntural e complementar, fundamentado no modelo da vigilância em saúde preconizado na atuação das equipes multiprofissionais de saúde indígena, onde a integralidade se insere como um conceito-chave. Concluiu-se que a sistematização se mostrou eficiente, facilitando a articulação entre os conhecimentos, com procedimentos acessíveis, simplificando o processo pedagógico e se colocando como estratégia na educação em saúde e na qualificação da integralidade do cuidado.</p> 2025-04-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Maurici Tadeu Ferreira Santos, Vanessa Moreira Haquim, Pâmela Roberta de Oliveira, Ana Elisa Rodrigues Alves Ribeiro, Aécio Menezes Nogueira https://rle.ucpel.edu.br/rsd/article/view/3613 Programa de Aperfeiçoamento Multiprofissional de Preceptores: potencialidades e desafios da primeira oferta 2025-02-07T11:58:58-03:00 Diego Diz Ferreira diego.psicoufsc@gmail.com Marina Bastos Paim marinabastosp@gmail.com Márcio Flavio Moura de Araújo marcio.moura@fiocruz.br Kellen Cristina da Silva Gasque kellengasque@unasus.gov.br <p>O Programa de Aperfeiçoamento Multiprofissional de Preceptores para Integração Ensino e Serviço nos Territórios de Saúde é um aperfeiçoamento oferecido aos preceptores na modalidade à distância e autoinstrucional. Este artigo tem por objetivo avaliar a primeira oferta do Programa de forma a identificar as principais potencialidades e fragilidades. O processo de avaliação fundamentou-se numa abordagem mista de avaliação quantitativa e qualitativa. O Programa teve uma taxa de elevada de conclusão e satisfação dos cursistas, conseguiu alcançar os objetivos de aprendizagem e promoveu mudanças no processo de trabalho. As principais fragilidades foram a centralidade de conteúdos médicos nos cursos e o direcionamento do Programa para o nível de atenção primária, em divergência com o perfil de profissionais cursistas. A avaliação desta primeira oferta do Programa permitirá a qualificação das novas ofertas, considerando a importância da oferta contínua de cursos para formação dos preceptores.</p> 2025-04-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Diego Diz Ferreira, Marina Bastos Paim, Márcio Flavio Moura de Araújo , Kellen Cristina da Silva Gasque https://rle.ucpel.edu.br/rsd/article/view/3707 Telessaúde no Brasil: Uma análise situacional 2024-10-14T14:27:48-03:00 Elis Márcia Araújo Gomes marcia.tdbb@gmail.com Carlos Humberto Spezia carlos.spezia@fiocruz.br Wagner de Jesus Martins wagner.martins@fiocruz.br Kellen Cristina da Silva Gasque kellen.gasque@fiocruz.br <p>O Telessaúde, desde sua implementação em 2007, tem sido uma ferramenta crucial para expandir o acesso à saúde no Brasil, especialmente em áreas remotas ou de difícil acesso. Nesse artigo, apresenta-se um resgate histórico da implantação do Telessaúde no âmbito do Sistema Único de Saúde. &nbsp;A análise se concentrará tanto nos aspectos regulatórios quanto no impacto prático do Telessaúde, utilizando dados da literatura existente sobre o telessaúde, levantamento de normas, legislação e regulamentações. A evolução do programa Telessaúde Brasil Redes, o uso de sistemas de informação interoperáveis e a educação permanente dos profissionais de saúde são aspectos que certamente contribuíram para a melhoria do atendimento na Atenção Primária do SUS. Isso torna-se fundamental sobretudo em áreas com grandes vazios assistencial e no cuidado de populações historicamente excluídas e vulnerabilizadas.</p> 2025-04-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Elis Márcia Araújo Gomes , Carlos Humberto Spezia, Wagner de Jesus Martins, Kellen Cristina da Silva Gasque https://rle.ucpel.edu.br/rsd/article/view/3637 Repercussões do curso de aperfeiçoamento em saúde mental de adolescentes e jovens 2024-09-11T20:40:37-03:00 Márcia Regina Cangiani Fabbro mfabbbro@gmail.com Débora Dupas Gonçalves do Nascimento debora.dupas@fiocruz.br Eloisa Grossman lologrossman@gmail.com Sílvia Helena Mendonça de Moraes silvia.moraes@fiocruz.br <p>O objetivo foi analisar a satisfação dos concluintes de um curso de aperfeiçoamento em saúde mental de adolescentes e jovens, suas percepções sobre aprendizagem, e identificar as dificuldades para implementar mudanças. Estudo qualitativo com 20 concluintes, entrevistados por meio <em>on-line</em>. Os resultados mostraram que o curso desconstruiu estereótipos e proporcionou segurança para lidar com o adolescente. A estratégia didática com casos complexos em território fictício permitiu ao concluinte a identificação com a realidade de seu trabalho e a compreensão de adolescências na pluralidade, respeitando diversidades e interseccionalidades. O estudo confirmou que o curso cumpriu seu objetivo, pois ampliou o arcabouço teórico dos concluintes, valorizou as questões éticas e a importância do trabalho em equipe e da articulação intersetorial. A identificação das dificuldades, muitas inseridas em dimensões complexas (sociais, econômicas ou políticas), mostrou que a transposição da teoria para a prática dos concluintes é um desafio para além do próprio curso.</p> 2025-04-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Márcia Regina Cangiani Fabbro, Débora Dupas Gonçalves do Nascimento, Eloisa Grossman, Sílvia Helena Mendonça de Moraes https://rle.ucpel.edu.br/rsd/article/view/3617 Perfil de alunos com deficiência egressos de cursos MOOCS ofertados pela UNA-SUS/UFMA 2024-12-03T17:42:57-03:00 Alice Martins de Abreu alice.abreu@discente.ufma.br Paola Trindade Garcia paola.garcia@ufma.br Elza Bernardes Monier bernardes.elza@gmail.com Ana Emilia Figueiredo de Oliveira ana.figueiredo@ufma.br <p>Esse estudo visa definir o perfil de alunos com deficiências egressos dos cursos Massive Open Online Curses (MOOCs) ofertados pela Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde da Universidade Federal do Maranhão (UNA-SUS/UFMA). A coleta de dados ocorreu mediante formulário online no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), abrangendo características sociodemográficas, atuação profissional, avaliação do uso das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação, experiência anterior em cursos à distância e tipos de deficiência. A maioria dos alunos eram do sexo feminino, autodeclarados brancos, solteiros, com ensino superior completo, profissionais da área da saúde, não trabalhavam no SUS e eram da região Sudeste. As deficiências primárias foram mais prevalentes, sendo as deficiências motora e visual as mais comuns. Os cursos MOOCs da UNA-SUS/UFMA são eficazes na capacitação de profissionais da saúde, incluindo pessoas com deficiência. Ambientes virtuais inclusivos são essenciais para garantir a igualdade de acesso ao conhecimento e oportunidades de capacitação.</p> 2025-04-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Alice Martins de Abreu, Paola Trindade Garcia, Elza Bernardes Monier, Ana Emilia Figueiredo de Oliveira